Blog Comer Sem Culpa

31/05/2010

Milho: opção mais leve para as festas juninas

Bolo de Milho Verde

Valor calórico: 165 calorias - porção de 100g

 

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de milho verde (400g)

1 xícara  (chá) de açúcar (200g)

2 xícaras de chá de leite desnatado (400ml)

4 colheres (sopa) farinha de trigo (80g)

4 colheres (sopa) queijo minas ralado (40g)

4 ovos

2 colheres (sopa) margarina light (30g)

1 colher (sopa) fermento em pó (10g)

 

Modo de Preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Despeje esta mistura numa assadeira média untada e enfarinhada. Asse em forno moderado até que esteja dourado.

Por Citen às 21h11

28/05/2010

Festas juninas: faça trocas inteligentes

 

Se você aprecia muito as comidas típicas das festas juninas, mas precisa manter o peso e se esforça para isto, há a possibilidade de alterar as receitas que são servidas durante os festejos, tornando-as menos calóricas, sem lhes tirar o sabor.

 

Medidas simples como trocar o leite integral pelo desnatado, a manteiga pela margarina light sem gordura hidrogenada e o açúcar pela versão light ou pelo adoçante de forno e fogão contribuem com esse objetivo.

 

Na impossibilidade de um cardápio light, podemos dar preferência aos alimentos à base de milho ao invés dos que são feitos à base de amendoim. Dançar muita quadrilha e forró, sem medo de ser feliz, também favorece o gasto calórico...

 

A seguir, forneceremos uma receita típica que pode ser preparada, priorizando a ingestão de menos calorias. O que estamos sugerindo não compromete o sabor dos pratos.

 

É preparar e conferir:

 

Pãozinho Salgado de Milho

Valor calórico: 175 calorias - porção de 100g

 

Ingredientes:

2 ovos

1 colher (sopa) de margarina light (15g)

1 xícara (chá) de leite desnatado (200ml)

1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo (180g)

1 colher (sopa) de fermento em pó (10g)

1 colher  (sopa) de salsa picada1 colher (sopa) de cebolinha picada

1 colher  (sopa) de orégano

1 colher (chá) de sal

100g de peito de peru defumado em cubinhos

1 xícara (chá) rasa de milho verde em lata, escorrido (150g)

100 gramas de mussarela light em cubinhos

 

Modo de preparo:

Coloque na batedeira os ovos, a margarina, o leite e a farinha de trigo e bata até a massa ficar consistente. Retire e adicione o fermento em pó, a salsa, a cebolinha verde, o orégano e o sal. Mexa novamente e acrescente o peru defumado, o milho verde e a mussarela. Coloque em forminhas de papel médias. Asse em forno médio por cerca de 20 minutos ou até dourar.

Por Citen às 07h41

27/05/2010

Como festejar os santos juninos e manter a boa forma?

 

Elementos como brincadeiras e danças foram se perdendo com o passar dos anos, durante os festejos juninos. Este fato é uma das características do estilo de vida sedentário que levamos atualmente, principalmente nos grandes centros urbanos.  

 

Assim, um período que deveria ser marcado por um grande gasto energético através das danças das quadrilhas e de outras brincadeiras como subir no ‘pau de sebo’, pular a fogueira, passa a ser apenas um período de grande consumo calórico.

 

Não há nada de condenável em comer paçoca e pé-de-moleque, desde que estes não sejam  o seu único feito durante a festa. As comidas típicas das festas juninas são todas muito calóricas,  e irresistíveis. A base destes pratos, o amendoim, contém cerca de 625 calorias, em 100g.

 

Uma opção gostosa e menos calórica seria consumir o milho, cozido ou sob a forma de curau, opções com menor valor calórico do que a pamonha, por exemplo.

Por Citen às 09h34

24/05/2010

A volta da gordura saturada- parte 2

 

A gordura saturada está presente em diversos alimentos, mas a quantidade encontrada nos alimentos considerados saudáveis, como cookies e biscoitos integrais tem nos impressionado.

 

Por exemplo, uma porção de 50g de cookie contém cerca de 8g de gorduras totais, sendo aproximadamente metade em gordura saturada.

 

Um bife de carne magra  de 100g (já preparado) contém 9g de gorduras totais, sendo metade de gordura saturada.  As carnes não contem fibras e são conhecidas por aumentar nosso colesterol.

 

Os cookies contém cerca de 3g de fibras. Será que essa quantidade é suficiente para que o teor de gordura saturada não interfira no nosso colesterol? Será que a presença de fibra justifica o teor de gordura?

 

A resposta é não! Um adulto jovem com peso normal pode consumir cerca de 2000 calorias por dia, sendo apenas 140 delas vindas da gordura saturada ou apenas 15g.

 

Se esta pessoa exceder esta  quantidade poderá sofrer com os efeitos deletérios dessa gordura, principalmente com a elevação do LDL colesterol. Isso poderá acontecer, mesmo se esse adulto alcançar as recomendações de 30g de fibra diárias.

 

As fibras são muito bem vindas à saúde, mas não devem estar associadas a alimentos ricos em gorduras. Os consumidores devem estar atentos a essas armadilhas disfarçadas “de cereais integrais”.

 

Devemos continuar cobrando da indústria alimentícia a produção de itens mais saudáveis, com baixo teor de gordura, principalmente gordura saturada, e com a manutenção das fibras.

 

Os pães de forma integrais e os iogurtes lights, que conseguem ser saborosos e quase isentos em gorduras, são provas de que quando há boa intenção a indústria consegue produzir alimentos saudáveis.

 

 

Por Citen às 15h03

23/05/2010

A volta da gordura saturada- parte 1

 

A gordura hidrogenada - trans - sempre representou um grande mal à saúde. Seus efeitos deletérios já foram exaustivamente confirmados e, definitivamente, este tipo gordura não pode fazer parte da composição dos alimentos que consumimos cotidianamente.

 

Por muito tempo, a indústria utilizou essa gordura com a finalidade de produzir alimentos com maior durabilidade, aproveitando também as características positivas que ela confere aos alimentos, como  crocância dos biscoitos, maciez dos pães e bolos, frituras mais secas, “aparência  saudável” dos produtos industrializados.

 

Atualmente a indústria alimentícia enfrenta o desafio de elaborar um alimento crocante e macio com  0% de gordura “Trans”.  A saída encontrada tem sido a utilização da gordura vegetal, principalmente a gordura de palma.

 

O grande problema é que a gordura de palma é composta principalmente por gordura saturada, que também é muito prejudicial à saúde. Aliás, foram justamente os malefícios dessa gordura saturada, utilizada na fabricação dos alimentos industrializados, que levaram ao desenvolvimento da gordura trans.

 

A troca foi muito pior, os malefícios da trans se revelaram maiores que aqueles da saturada. Agora, nos assustamos com a volta da gordura saturada utilizada pela indústria.

 

Por Citen às 21h41

21/05/2010

Perdi peso, mas não cheguei ao peso ideal...

Muitos afirmam que conseguem reduzir o peso facilmente no início do regime e  quando alcançam um determinado peso, simplesmente “empacam” e não perdem mais. “Sempre que chego a esse peso eu não perco mais.”

Na verdade, fazer regime é um exercício duro de ser implementado. Exige estratégias possíveis de serem realizadas, resitência para vencer o cansaço, criatividade para vencer a monotonia e até uma certa dose de teimosia. É uma guerra!

Muitas vezes, ao alcançar uma perda variável de peso a pessoa simplemente para de emagrecer e isso pode acontecer por vários fatores.

À medida em que perdemos peso, nossa queima calórica vai se reduzindo, como uma forma do nosso corpo se proteger das nossas restrições e com isso, muitas vezes, a dieta que inicialmente fazia efeito, passa a não fazer mais.

Mas o fator mais importante para empacar os regimes é mesmo o cansaço da dieta. As pessoas passam a ser mais condescendentes, menos rigorosas com a dieta e mais permissivas com a quantidade e com os tipos de alimentos, “antes” muito bem regulados...

Para dificultar ainda mais a dieta, o peso, embora ainda não ideal,  “já não está tão fora do normal” e ainda ouvimos comentários de que estamos ótimos. Isso mina a nossa resistência e dificulta a continuidade do regime.

Como ainda não chegamos ao peso ideal, a manutenção também é impossível, pois não temos pique para manter um peso que ainda não é o  ideal.

Neste estágio, pode ocorrer o pior... voltamos a engordar! Afastando de vez a possibilidade do regime dar certo...

E o efeito sanfona prevalece até que tenhamos novo ânimo para recomeçar um novo ciclo.

Por Citen às 10h35

19/05/2010

Receitas japonesas magrinhas do Citen

 

 

Temaki Califórnia

 

Rendimento:

1 porção

 

Ingredientes:

- 55 gr de arroz japonês
- 1/2 unidade(s) de nori
- 1 colher(es) (café) de gergelim
- 12 gr de manga
- 6 gr de pepino
- 20 gr de kani

 

Modo de preparo:

Pegar o nori (alga) e colocar na palma da mão, espalhar o shari (arroz) do lado esquerdo da alga, espalhar o gergelim sobre o arroz. Colocar o pepino e a manga cortados em tiras e o kani-kama desfiado em cima do arroz. Enrolar em forma de um cone.

 

Dica do Citen:

O temaki é uma preparação leve, com baixo valor calórico e bem equilibrado em termos de macronutrientes, ou seja, contém carboidrato (arroz), proteína (kani) e o gergelim que representa uma importante fonte de gordura. O nori e o pepino representam os vegetais, fontes de fibras. A quantidade de manga utilizada por porção agrega apenas em sabor.

 

 

 

 Yakisoba Tradicional

 

Categoria:

Pratos Principais


Rendimento:

4 porções

 

Ingredientes:

- 3 colher(es) (sopa) de óleo de soja
- 200 gr de contrafilé em tiras
- 200 gr de filé de frango em tiras
- 100 gr de couve-flor em pedaços pequenos
- 1 unidade(s) de cenoura em tiras
- 100 ml de shoyu
- 1 unidade(s) de pimentão verde em cubos médios
- 1 unidade(s) de cebola em cubos médios
- 100 gr de champignon em conserva
- 3 pacote(s) de macarrão tipo lámem

 

Modo de preparo:

Na wok, coloque o óleo de soja, doure as carnes, e o frango. Coloque a couve-flor, cenoura, o molho de soja, a cebola, o pimentão, champignon e por último o macarrão, pré-cozido. Coloque os temperos e sirva.

 

Dica do Citen:

O yakisoba é uma preparação perfeita para ser servida como prato único, pois em sua constituição contém todos os ingredientes necessários para se montar um prato equilibrado: carboidrato, proteína e legumes. Entretanto, essa preparação utiliza uma grande quantidade de molho de soja, que é muito rico em sódio, nutriente que está associado à elevação da pressão arterial, por isto, pessoas hipertensas devem consumir o yakisoba em pequenas quantidades ou com moderação.

Por Citen às 11h51

18/05/2010

Diabetes, manutenção de peso x o consumo da comida japonesa

 

O açúcar no molho de soja e em vários molhos tradicionais da culinária japonesa é o grande responsável pelo aumento das calorias no prato. Assim, pessoas que desejam emagrecer ou simplesmente manter o peso devem consumir moderadamente as iguarias japonesas.

 

Pacientes diabéticos devem ter cuidado redobrado, pois além da presença de açúcar em vários molhos, o arroz é muito presente nessa culinária, ou seja, são duas fontes importantes de carboidratos, responsáveis por elevar o açúcar no sangue, quando consumidos exageradamente

Por Citen às 00h01

17/05/2010

O molho da comida japonesa...

 

O tempero japonês mais tradicional é o molho à base de soja, que contém açúcar e sódio, nutrientes que devem ser consumidos com moderação por pessoas com pressão alta ou diabetes.

 

Como a preparação japonesa não leva quase nenhum outro tempero, o uso de molho de soja não eleva de forma significativa a quantidade de sódio das preparações, porém quando esse tempero é utilizado em saladas ou em preparações como carnes bovinas ou frango, o sal de adição deve ser controlado.

Por Citen às 14h46

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Sobre o blog

Comer corretamente pode parecer uma tarefa impossível nos dias de hoje. O tempo é curto, a ansiedade generalizada e as informações são, muitas vezes, simplistas e tendenciosas, idealizando alguns alimentos e difamando outros. Esquecemos da premissa que, em Nutrição, não existem alimentos ruins, e sim dietas inadequadas. A idéia deste blog é esta - mostrar que a dieta ideal é possível e prazerosa. Juntos, podemos controlar calorias e balancear os nutrientes, respeitando as nossas emoções.

Sobre as autoras

Dra. Ellen Simone Paiva -

Endocrinologista e nutróloga, diretora do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional). Mestre na área de Nutrição e Diabetes pela USP e especialista em Transtornos Alimentares pela Unifesp. Colunista dos sites Minha Vida, Guia do Bebê e do Blog de Especialistas da Dican.


Dra. Amanda Epifânio Pereira -

Nutricionista, especialista em Nutrição de Doenças Crônicas pelo Hospital Israelita Albert Eistein e em Transtornos Alimentares pela Unifesp.

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