Blog Comer Sem Culpa

15/09/2011

A reposição do Hormônio de Crescimento no adulto

O Hormônio de Crescimento (GH) tem muitas outras funções além de fazer crescer. Ele continua sendo importante na idade adulta, quando desempenha efeito de preservar massa magra e força muscular, reduzir acúmulo de gordura e atuar favoravelmente na função cognitiva. De uma maneira geral, ele está implicado em favorecer o bem estar e o humor.

A maioria dos casos de deficiência de GH na vida adulta é composta por pessoas com a doença diagnosticada desde a infância. Uma pequena parcela de casos, entretanto, é formada por adultos que cresceram normalmente e não tiveram a deficiência na infância. Eles apresentam lesões na glândula pituitária, responsável pela secreção do GH. Essas lesões podem ser secundárias a traumas cranianos, tumores ou doenças diversas.

A grande dificuldade em se fazer o diagnóstico da deficiência de GH no adulto se deve ao fato de que ela tem manifestações inespecíficas e que geralmente são encontradas em grande parte da população sadia como ganho de peso, redução da força muscular, cansaço físico e mental. São alterações muitos comuns decorrentes da correria e do stress da vida moderna. Com o passar dos anos, a deficiência de GH mais e mais se assemelha com as alterações próprias do envelhecer.

As dificuldades não param por aí. O diagnóstico da deficiência de GH depende de testes que podem ser arriscados em pessoas idosas ou com doenças crônicas. Não basta a dosagem do hormônio em jejum. Daí ocorre que não fazemos a investigação a todos os adultos que nos chegam com as queixas sugestivas, sem que eles tenham antecedentes de trauma craniano ou lesões detectadas em exames de imagem da glândula pituitária.

Mesmo após a comprovação da deficiência de GH no adulto, ainda não há consenso sobre a prescrição da terapia de reposição do hormônio. O elevado custo do tratamento, os potenciais efeitos colaterais e a ausência de comprovação dos efeitos benéficos na expectativa de vida determinam que a opção de tratar seja individualizada às necessidades e condições clínicas de cada paciente.

Diferente da criança com baixa estatura sem deficiência de GH, que pode se beneficiar do uso do hormônio, o adulto parece não ter o mesmo benefício. Uma grande revisão de 31 dos maiores trabalhos científicos sobre GH no adulto, publicada pela revista médica Annals of Internal Medicine, concluiu que o GH não influencia em nada o processo de envelhecimento e não tem base científica que assegure seu uso em pessoas sadias ou que não tenham falta desse hormônio no sangue. Além disso, o GH em adultos sem deficiência pode causar efeitos colaterais como dores articulares e inchaços e propiciar o desenvolvimento de doenças como diabetes, lesões cardíacas e câncer de próstata. A melhora da composição corporal atribuída ao GH, que seria o aumento da massa muscular, provou ser de muito pequena intensidade, não justificando os riscos do seu uso.

 

Por Citen às 20h18

14/09/2011

A reposição hormonal que faz crescer

Crescer é a principal característica da infância e adolescência. Tão importante a ponto de ser um dos principais marcadores do estado de saúde das crianças. O crescimento traduz, além da carga genética de seus pais, o seu grau de nutrição, a normalidade dos seus hormônios, a ocorrência de doenças crônicas e até a estabilidade emocional e o suporte afetivo que elas recebem. Crescer normal quase sempre indica que a criança é saudável.

Vários hormônios estão envolvidos no crescimento, entre eles, os mais importantes são a insulina, os hormônios sexuais (testosterona e estrogênio), os hormônios tireoideanos e o próprio hormônio de crescimento (GH). Cada um deles se faz mais importante em fases específicas da vida. No útero materno, a criança cresce principalmente pela ação da insulina, na infância, entram em cena os hormônios tireoideanos e o GH e na puberdada, os hormônios sexuais.

Apesar das várias influências hormonais envolvidas na determinação da altura final, o principal fator responsável pelo crescimento da criança a partir dos dois anos de idade é o GH. A deficiência desse hormônio é uma causa rara de baixa estatura e resulta em atraso ou impedimento do crescimento e da puberdade, gerando adultos que mal passam de um metro de altura. Essa doença pode ser detectada pelos testes que revelam a deficiência hormonal e sua única forma de tratamento é a reposição do hormônio em falta. Isso pode ser realizado, através de aplicações diárias do hormônio, por via subcutânea. No Brasil, o GH é fornecido gratuitamente pelo Estado para os pacientes com diagnóstico bem definido de deficiência do hormônio.

Quando uma criança é baixa com todos os hormônios normais e não encontramos causas específicas para explicar tal alteração, nós chamamos essa condição de baixa estatura idiopática. Ela representa 60 a 80% dos casos de baixa estatura que encontramos na prática clínica. Certamente as causas existem, embora ainda nos passem despercebidas. Apesar de não serem deficientes em GH, essas crianças podem responder a doses suplementares do hormônio, na dependência de sua idade e maturação óssea. Isso faz da reposição hormonal com GH na infância uma terapia diferente das demais, pois o hormônio pode ser útil fora dos quadros de deficiência hormonal.

Apesar dos bons resultados com o uso do GH na infância, a reposição do hormônio tem indicações bem definidas e não se aplica aos casos de crianças que não alcançaram a altura esperada por seus pais e que não tem déficit estatural que preencha os critérios para reposição. É importante esclarecer que o hormônio pode ter efeitos colaterais e nesses caos não trará benefícios que justifique o risco do uso. 

Por Citen às 08h53

12/09/2011

Insulina – uma reposição hormonal que salva

Até 1921, o diagnóstico de diabetes insulino-dependente equivalia a um atestado de óbito, após penosos dias de perda de peso, desidratação e coma. Não havia como manter a vida, uma vez que o pâncreas interrompia a produção de insulina. Mesmo com a privação do alimento até o jejum, mesmo com longas internações, mesmo com toda a medicina alternativa, nada continha a elevação da glicose no sangue, que causava diurese maciça, desidratação, caquexia e coma. Faltava a insulina que transporta a glicose para dentro das células e armazena os nutrientes. Faltava o maior hormônio anabólico, que garante as reservas de glicose e energia que possibilitam a vida.

A descoberta da insulina foi um dos mais importantes avanços da medicina de todos os tempos e foi alcançado em 1921, na Universidade de Toronto, pelo cirurgião Frederick Banting e pelo estudante de medicina Charles Best, rendendo a eles o Prêmio Nobel de Fisiologia daquele ano. Eles conseguiram isolar o hormônio através de extratos de pâncreas de cães e o testaram inicialmente nesses animais. Em 12 de Janeiro de 1922, a insulina foi aplicada pela primeira vez em um paciente chamado Leonard Thompson. Na ocasião, o garoto tinha 14 anos e pesava 30 kg. O efeito do remédio foi tão maravilhoso neste paciente que os pesquisadores acreditaram que tinham chegado à cura da doença.  

Desde a sua descoberta a insulinoterapia evoluiu bastante. Não é tão simples quanto repor hormônios tireoideanos, não é polêmica como o uso dos hormônios masculinos na mulher, nem trás riscos como a reposição hormonal na menopausa. Na verdade, a insulina foi a mais impactante e maravilhosa possibilidade de vida com qualidade para os pacientes diabéticos. Atualmente, ela possibilita uma dieta mais flexível e versátil para esses pacientes, através de um perfil de ação mais regular e previsível. Apesar de injetável, os sistemas de aplicação modernos são praticamente indolores e possibilitam um perfil glicêmico próximo ao normal.

Com a insulina, foi possível a manutenção da vida, mas as complicações crônicas advindas do controle glicêmico inadequado, a longo prazo, só puderam ser evitadas com as modernas técnicas de purificação e controle da ação do hormônio.  Atualmente, nossas insulinas não produzem lesões de pele, não induzem à formação de anticorpos e permitem aos diabéticos um controle glicêmico que os salva também das complicações crônicas da doença. 

Por Citen às 09h18

09/09/2011

Uma reposição hormonal polêmica: hormônio masculino em mulheres

Em 2003, foram notificadas 145.000 prescrições de testosterona em mulheres nos Estados Unidos. Esse número reflete o grande interesse na terapia hormonal masculina ou androgênica nas mulheres. Entretanto, a maioria dos médicos americanos questionados acerca dessa conduta, afirma haver dúvidas acerca da eficácia e segurança desse procedimento.

A testosterona é um componente essencial à fisiologia feminina. Apesar dos níveis desse hormônio serem 10 a 20 vezes menores na mulher em relação ao homem, isso não significa que nelas o hormônio masculino seja menos importante. A característica básica dos hormônios é exatamente o seu poder de ação em concentrações muito pequenas.

Ao contrário do que pensávamos anteriormente, a redução do hormônio masculino na mulher não se inicia com a menopausa. A testosterona começa a cair por volta da quarta década de vida e antes da menopausa alcança 50% dos valores encontrados na terceira década. Após a menopausa, os níveis sanguíneos do hormônio caem mais 15%. Parece que a redução da testosterona tem a ver com o avançar da idade e não com a chegada da menopausa.

A terapia de reposição de testosterona na mulher começou a ser estudada e indicada a partir da descoberta de que esse hormônio estaria intimamente relacionado à libido feminina, muito mais do que o próprio hormônio feminino e que a redução da testosterona que ocorre com a idade poderia resultar em efeitos deletérios à sexualidade da mulher. O tema é polêmico, não em relação aos efeitos do hormônio masculino, mas nos benefícios da reposição de testosterona na mulher. Duas das mais respeitadas sociedades médicas que atuam na área da endocrinologia feminina, a North America Menopause Society e a Endocrine Society tem recomendações diferentes. A primeira é favorável e a segunda mais ponderada quanto ao uso generalizado do hormônio em mulheres.

Uma vez que a terapia de reposição hormonal com hormônios femininos já divide os especialistas, o que dirá do uso do hormônio masculino na mulher após a menopausa? Parece que administração de testosterona exógena pode melhorar o humor, a fadiga crônica e a libido nessas mulheres. Os efeitos colaterais mais comuns são o aumento de pelos e acne. Além deles, há o risco de lesões do fígado, queda de cabelos, alterações no timbre da voz e sinais de masculinização.  

Apesar da polêmica, há concordância de que o uso da testosterona pode beneficiar um grupo de mulheres que apresentam redução da libido associada a níveis baixos do hormônio masculino. Além disso, as mulheres devem estar cientes dos riscos desse tratamento e de que não dispomos de dados de segurança, a longo prazo, da terapia androgênica. 

Por Citen às 08h14

06/09/2011

Menopausa: o dilema da reposição hormonal

O climatério é uma fase muito especial na vida da mulher. Sua característica mais importante é a queda lenta e progressiva dos hormônios produzidos pelo ovário. Durante o climatério, a mulher tem sua última menstruação, que chamamos menopausa. Nesse momento, ela deverá tomar uma decisão muito importante: fazer ou não a reposição dos hormônios ovarianos. 

Essa fase pode passar despercebida em 25% das mulheres. Elas simplesmente deixam de menstruar sem nada sentir. Outras 25% passam por intenso sofrimento com ondas de calor, insônia, depressão,  redução da libido,  infecções urinárias de repetição,  perda da lubrificação vaginal com propensão à candidíase e outras infecções vaginais, dor para manter relações sexuais e dolorimento mamário. As restantes 50% tem sintomas de intensidade leve a moderada e que desaparecem espontaneamente, na maioria das vezes, ao final de um ano.

Com manifestações tão diferentes, não podemos tratar todas as mulheres com o mesmo esquema terapêutico. E aí a polêmica não tem fim, pois nos casos sintomáticos há opções variadas como medicamentos fitoterápicos, antidepressivos, ansiolíticos e isoflavona de soja. Infelizmente, na maioria das vezes,  nada disso funciona quando as ondas de calor são muito intensas.  Nesses casos, somente a reposição hormonal consegue aliviar os sintomas que castigam a mulher no climatério. Entretanto, resta a dúvida se essa alternativa seria arriscada para um tratamento sintomático e até que ponto seria  justificável.

O uso do hormônio feminino – o estrogênio – ainda é o tratamento mais eficaz para as ondas de calor e para os sintomas ginecológicos e urinários do climatério. Entretanto, ele é contra-indicado formalmente em alguns casos como: mulheres com lesões mamárias suspeitas, câncer de mama e de útero, doenças do fígado, Lupus e antecedentes de tromboses.

Por outro lado, há consenso sobre a necessidade do uso da terapia de reposição hormonal em mulheres que enfrentam a menopausa mais cedo, tanto  em casos de menopausa precoce, como em casos de retirada cirúrgica dos ovários. Nesses casos, deve-se levar em conta maior risco de osteoporose e a gravidade dos sintomas climatéricos que ocorrem com a  privação hormonal precoce e abrupta. Também parece haver um consenso em não se prolongar a reposição hormonal além de 10 anos, devido ao risco cumulativo do câncer de mama nessas pacientes.

A reposição hormonal¸ quando for a opção mais adequada, deve ser realizada  nos primeiros anos do climatério, uma vez que nessa faixa etária, os riscos de efeitos colaterais e complicações são menores. As complicações cardiovasculares como o derrame e o infarto ocorrem principalmente em mulheres mais idosas, que fazem reposição hormonal. O câncer de mama parece ter um risco cumulativo de ocorrência, que vai crescendo com o tempo de uso do hormônio.

Finalmente, ao decidirmos sobre a conveniência da terapia de reposição hormonal, ela deverá ser feita analisando-se cada caso, com suas peculiaridades, indicações e contra-indicações. As pacientes que optarem por receber o hormônio deverão passar por exames de controle com regularidade, com vistas principalmente à prevenção do câncer de mama. Além disso, em todos os casos, a conveniência do tratamento deve ser reavaliada anualmente para que o hormônio seja suspenso no tempo adequado. 

Por Citen às 21h40

05/09/2011

O que sabemos sobre a reposição hormonal – hormônio tireideano

A disfunção tireoideana tem se tornado uma das doenças endócrinas mais freqüentes, principalmente o hipotireoidismo, uma condição na qual a glândula tireóide reduz a produção do seu hormônio. Nesses casos, os pacientes passam a conviver com a privação de um hormônio fundamental para o nosso metabolismo e com ela, os sintomas de cansaço, sonolência, desânimo, ganho de peso, alterações de humor e intolerância ao frio. Parece que vamos desacelerando.

A única possibilidade de tratamento para um hormônio em falta é a reposição desse hormônio e no caso da tireóide, não há nenhuma dificuldade nisso.  O hormônio sintético é perfeito. Tem um preço razoável, é idêntico ao produzido pela tireóide humana, não precisa ser injetável como é o caso da insulina, é tomado apenas uma vez ao dia, logo que se acorda; para as mulheres, pode-se engravidar usando a medicação e também amamentar. Não há restrições a nenhuma regalia da vida por estar fazendo uso do hormônio tireoideano sintético, a tiroxina.

O hormônio sintético deve ser tomado em jejum, no mínimo meia hora antes do café da manhã, pois a sua absorção é máxima nessa condição. E deve ser para toda a vida! Não há volta em se tratando de hipotireoidismo, pois a glândula tireóide perde definitivamente a capacidade de produzir o seu hormônio. Todas as vezes que se esquece de tomar a tiroxina em jejum, um único dia da semana haverá repercussão nos estoques corporais do hormônio durante vários dias. O uso irregular do medicamento é o principal responsável pelas dificuldades no controle adequado da reposição do hormônio tireoidiano. Assim, todas as vezes que uma pessoa com hipotireoidismo for fazer exames para aferir suas doses hormonais, ela deve fazê-lo após tomar sua medicação regularmente por pelo menos dois meses.

Esse é um exemplo de uma reposição hormonal ideal. Quando se usa o hormônio sintético corretamente, é como se a tireóide estivesse funcionando normalmente. Dessa forma, nenhuma alteração ou doença associada pode ser imputada à tireóide, pois apesar da deficiência do hormônio endógeno, a terapia de reposição atende perfeitamente às demandas do nosso organismo. 

Por Citen às 12h37

01/09/2011

Acupuntura no tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

 

São tantas as dúvidas que ainda pairam sobre as causas da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), que acabam por permitir uma ampla variedade de propostas terapêuticas. As mais acadêmicas ainda utilizam anticoncepcionais, drogas que reduzem os hormônios masculinos e estimulantes da ovulação.

Na última década, descobrimos que a grande maioria das pacientes possui um bloqueio à ação da insulina e isso parece influenciar as várias alterações hormonais e metabólicas da SOP, além de predispor ao diabetes. Essas mulheres produzem grandes quantidades de insulina que favorece o ganho de peso. Esse achado permitiu uma nova possibilidade de tratamento da SOP e passamos a atuar ativamente na redução da resistência insulínica. O medicamento eleito, a metformina,  já era nosso conhecido há muitos anos e utilizado no tratamento do diabetes. Atualmente a metformina faz parte da maioria dos esquemas de tratamento da SOP.

As possibilidades de tratamento alternativo e não medicamentoso da SOP também são levantadas e pesquisadas em estudos sérios e bem desenhados. Um estudo recente e que será publicado no próximo exemplar da revista The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism comparou os efeitos da acupuntura em mulheres com SOP e infertilidade com um procedimento que simulou a acupuntura em outros grupo semelhante de mulheres. O estudo concluiu que o número de gestações foi igual nos dois grupos e que não houve, portanto, um efeito real da acupuntura em induzir a ovulação.

Apesar da obesidade não entrar nos critérios diagnósticos da SOP, ela geralmente é a regra nessas pacientes. A grande maioria delas tem sobrepeso ou obesidade e uma grande dificuldade de manter o peso ideal. Além disso, a SOP se associa a um tipo especial de obesidade, aquela que se acumula no tronco e compromete os órgãos abdominais. Esse tipo de obesidade está intimamente relacionado ao excesso de insulina que favorece sempre o estoque de calorias, em detrimento da queima.

Apesar dos vários medicamentos utilizados no tratamento da SOP, o fator com maior poder de influência sobre as várias faces dessa síndrome ainda é a perda de peso. O emagrecimento pode influenciar o ciclo menstrual, a ovulação e o excesso dos hormônios masculinos. Consequentemente, leva à melhora da fertilidade, da tendência ao diabetes e das alterações estéticas tão desagradáveis para essas pacientes. 

 

Por Citen às 18h59

Ir para UOL Ciência e Saúde

Sobre o blog

Comer corretamente pode parecer uma tarefa impossível nos dias de hoje. O tempo é curto, a ansiedade generalizada e as informações são, muitas vezes, simplistas e tendenciosas, idealizando alguns alimentos e difamando outros. Esquecemos da premissa que, em Nutrição, não existem alimentos ruins, e sim dietas inadequadas. A idéia deste blog é esta - mostrar que a dieta ideal é possível e prazerosa. Juntos, podemos controlar calorias e balancear os nutrientes, respeitando as nossas emoções.

Sobre as autoras

Dra. Ellen Simone Paiva -

Endocrinologista e nutróloga, diretora do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional). Mestre na área de Nutrição e Diabetes pela USP e especialista em Transtornos Alimentares pela Unifesp. Colunista dos sites Minha Vida, Guia do Bebê e do Blog de Especialistas da Dican.


Dra. Amanda Epifânio Pereira -

Nutricionista, especialista em Nutrição de Doenças Crônicas pelo Hospital Israelita Albert Eistein e em Transtornos Alimentares pela Unifesp.

Histórico