Blog Comer Sem Culpa

29/09/2011

Uma homenagem ao dia da secretária

 

Como conseguir marcar rapidamente uma consulta em nossa agenda?

Inicialmente isso pode parecer um procedimento muito simples. Ligar para o consultório e agendar com nossas secretárias, Anunciata e Silvana. Mas não é tão simples quanto parece. Eis aqui algumas dicas básicas para você conseguir essa façanha sem muito stress:

(1)  O requisito básico com nossa secretária Anunciata é ser Palmeirense. Mas isso só não basta, pois você precisa tecer comentários elogiosos sobre o Felipão e idolatrar o goleiro Marcos. Essa é a senha inicial e é tão valiosa que temos pacientes que por saber do detalhe juram por Deus que torcem para o Verdão desde criancinha.

(2)  Se você for corintiano roxo, como aqueles que vem em consulta vestidos com o uniforme do seu time, ainda há uma esperança: é só dizer que nasceu em Birigui que todas as portas e possibilidades de horários se abrem para você.

(3)  Um alerta importante é que mesmo com as duas senhas iniciais, você terá menos chances de conseguir sua consulta rapidamente com a Anunciata se deixar escapar que em termos de política você e partidário de um partido que ela detesta. Fique atento e caso você ainda desconheça essa implicância dela, é melhor não correr riscos e omitir esse pequeno detalhe.

(4)  Com nossa secretária Anunciata, você não consegue credenciais por lhe trazer presentes, mesmo que sejam chocolates. Com ela, a informação é rápida, pois não costuma puxar assunto ou elogiar os pacientes. É discreta, protocolar e muito eficiente.

(5)  Com a Silvana tudo é diferente. Uma criança crescida. Não entende nada de futebol nem mesmo de política. Mas o seu coração mole nos cria alguns problemas quando marca duas consultas ao mesmo tempo com a alegação de que a pessoa precisava tanto!

(6)  A Silvana é boa de conversa. Se deixar, o papo corre solto e ela acaba por saber contar um pouco da vida de cada paciente. Troca receitinhas, ganha carona dos últimos pacientes, que ela já sabe morar perto dela e se emociona com pequenas demonstrações de carinho. Chora por qualquer coisa.

(7)  A Silvana sempre foi uma ninja no atendimento, segundo suas próprias palavras: atende o interfone, recebe o paciente que acaba de chegar, encaminha o outro que aguarda na sala de espera, marca uma nova consulta pelo telefone e outra para o paciente que sai do consultório. Imita os movimentos rápidos de cada atendimento que ela faz com a coordenação de um guerreiro ninja, com muito bom humor!

(8)  A Anunciata sempre foi uma funcionária exemplar, mas ninguém como ela soube superar as dificuldades e aprender tudo sobre o funcionamento da clínica. Superou todos os seus limites e passou a dominar toda a organização do consultório. Da informática ao relacionamento com os planos de saúde. Dos fornecedores aos prestadores de serviço. Nada lhe escapa do controle. É sempre muito pontual e nesses últimos 10 anos nós nunca entramos no consultório sem que ela estivesse a postos.

(9)  Apesar de não estarem mais conosco na clínica, continuam em nossas lembranças e em nossos corações a Tereza, a Margarida, a Claudete, a Regina, a Neusa e a Roseli. Todas elas foram muito importantes em nosso trabalho e inesquecíveis amigas.

Através das nossas secretárias, nós parabenizamos todas as outras e manifestamos nosso carinho e respeito pelo trabalho que desenvolvem. São parceiras fundamentais no exercício da nossa profissão e merecem toda nossa gratidão e um belo presente em seu dia!  Além de um delicioso jantar como fazemos todos os anos! Parabéns Nunci e Sil. É muito bom poder contar com vocês!

 

Por Citen às 20h24

28/09/2011

A importância da vitamina B12 e seus alimentos fontes para o idoso

A memória tem sido sempre uma preocupação dos idosos e até de pessoas mais jovens. Dessa forma, são freqüentes as queixas de problemas na esfera cognitiva dos nossos pacientes. Chamamos habilidades cognitivas toda uma organização de memória e pensamento que nos faz capaz de resolver tarefas simples e complexas. Quando pedimos para um paciente portador de algum tipo de demência que ele leve um objeto até uma mesa próxima, deixe-o lá e nos traga outro objeto lá deixado, essa tarefa parece extremamente complexa, pois há uma perda da capacidade de organizar cada etapa das tarefas, por mais simples que elas sejam.  Quando há perda da memória ou da orientação no tempo e espaço e o paciente não sabe mais que dia é hoje ou em que ano estamos, esse quadro já define uma doença muito avançada.

Felizmente, a maior parte dos nossos pacientes com queixas de dificuldades de memória não tem demência. São vítimas do stress e cansaço com a correria do dia a  dia. Além disso, o medo de esquecer pode gerar maior dificuldade em se lembrar dos detalhes dos fatos recentes, como o que eu comi ontem ou o nome do filme que eu assisti no final de semana. A orientação para esses casos não passa de recomendações de cuidado com o stress e um providencial maior período de repouso e laser.

Outra situação que vem sendo regularmente avaliada pelos neurologistas, frente às queixas de alterações de memória em seus pacientes, são os níveis de vitamina B12. Alguns deles demonstram deficiência da vitamina no sangue e isso tem sido relacionado à alterações cognitivas. Acaba de ser publicado na revista médica da American Academy of Neurology  um trabalho científico que vem confirmar a importância da vitamina B12 para a saúde neurológica das pessoas. Os autores da pesquisa avaliaram os níveis da vitamina B12 em 121 pessoas com mais de 65 anos e correlacionaram esses resultados com testes de memória e outras habilidades cognitivas, além da avaliação cerebral através de Ressonância Nuclear Magnética. Os níveis de vitamina B12 revelaram boa correlação com os testes cognitivos e de memória, de maneira que os mais baixos valores da vitamina foram associados com os piores índices cognitivos, bem como com redução do volume cerebral medido pela ressonância nuclear magnética.

Esses achados vem confirmar um fato já estudado e bem conhecido que é a importância da proteína de origem animal na alimentação do idoso. Esses alimentos, incluindo peixe, carne vermelha, frango, ovos e leite são sabidamente as principais fontes de vitamina B12 de nossa dieta. Frente à conhecida importância dessa vitamina na preservação da memória, assim como de todas as demais habilidades cognitivas do idoso, faz-se necessária a adequação desse micronutriente à sua dieta. O que ocorre com os idosos é que eles passam a evitar inicialmente a carne, por problemas de mastigação e digestão. Depois, evitam o frango com a alegação de que não tem sabor. Finalmente, deixam de tomar leite devido à maior fermentação e formação de gases. Com isso, eles deixam de ingerir todas as fontes nutricionais da vitamina B12.

Isso não significa que o problema possa ser solucionado apenas com suplementação. Não podemos abrir mão dos alimentos em prol de cápsulas vitamínicas. No caso da vitamina B12, há ainda dificuldades na absorção da mesma e muitas vezes a suplementação, quando necessária, deve ser feita através de injeções intramusculares.  Por outro lado, ainda não temos conhecimento científico que nos permita administrar grandes doses de vitamina B12 na tentativa de prevenir esses problemas, mas é uma questão interessante a ser estudada. Quando esse raciocínio foi usado para as demais vitaminas como a vitamina C, betacaroteno e vitamina E, os resultados não foram bons. Em super dosagens, essas vitaminas, além de não melhorarem a sobrevida, se mostraram deletérias. Portanto, o ideal ainda é a manutenção dos níveis normais da vitamina B12 através de uma alimentação balanceada. 

Por Citen às 14h29

26/09/2011

As Nações Unidas debatem a saúde global e o resultado deixa a desejar

Foram dois dias de debates intensos. Durante a ll Conferência sobre saúde global que ocorreu em Nova York, os dias 19 e 20 de setembro foram dedicados às Doenças Não Transmissíveis (DNT). As mais freqüentes  são o diabetes, o câncer, as doenças cardiovasculares, e as doenças respiratórias crônicas. Os estados membros das Nações Unidas revelaram o montante do problema. Morrem anualmente 36 milhões de pessoas vitimadas por essas doenças em todo o mundo, a maioria dos casos seria passível de prevenção e tratamento. Nove milhões dessas mortes vitimam pessoas com menos de 60 anos e parece que a ocorrência dessas doenças vem se antecipando e acometendo pessoas mais jovens a cada ano que passa.

Os fatores de risco já eram conhecidos e foram reafirmados como os quatro pontos básicos a serem confrontados no combate às DNT: o tabagismo, o abuso do álcool, o sedentarismo e a alimentação inadequada. Para combatê-los, as ações governamentais deveria atuar no controle do uso do tabaco e do álcool, na detecção e tratamento das doenças cardiovasculares e do diabetes, no controle da pressão arterial e na implementação de dieta adequada. As principais metas nutricionais seriam a adequação do consumo de sal em até 5g ao dia, a redução das gorduras saturadas e controle calórico no combate à obesidade.

Os doentes e suas famílias, a sociedade, os sistemas de saúde e os países como um todo pagamos a conta. De acordo com o Fórum Econômico Mundial ela será de 30 trilhões de dólares nos próximos 20 anos e ninguém está imune. Em jogo estão as vidas de milhões de pessoas que sofrem necessidades básicas e morrem prematuramente por falta de ações governamentais no sentido de prevenção das DNT.

Dessa forma, a Conferência das Nações Unidas poderia ser a oportunidade para se construir um compromisso internacional no sentido da prevenção e controle dessas doenças. Isso poderia ser levado adiante através de nova legislação que daria aos setores de saúde de cada país as bases para atuarem sobre os fatores de risco, minimizando suas consequências. Infelizmente o esperado não aconteceu. Um longo documento de compromissos foi aprovado sobre as pressões governamentais e de lobistas  e com muitas brechas a serem completadas nos próximas Conferências. Um exemplo disso foi a falta na determinação da redução do sal para garantir uma ingestão máxima de 5g ao dia.

O conflito de interesses entre a indústria do tabaco e a saúde pública ficou bem estabelecido na declaração final, mas outros grupos como a indústria de alimentos e de bebidas que a ONU chamou de “sociedade civil” solicitaram uma abordagem voluntária do problema ao invés de uma abordagem regulatória como esperávamos. Um defensor da regulação comparou essa situação “ a deixarem o aconselhamento do banco de sangue ao Drácula “.

Em resumo, o evento em Nova York foi menos comprometido do que esperávamos e seu documento final, nas palavras do editor da revista The Lancet, “ foi mais uma declaração politicamente correta e menos um documento político de guerra contra as DNT. Faltaram objetivos concretos, ações específicas para alcançá-los e metodologia para avaliar seus resultados. Cada país deve, agora, tomar suas próprias medidas com bases nas orientações que constam nesse longo documento,  se é que algum progresso real possa ocorrer a partir dessa conferência. 

Por Citen às 08h38

23/09/2011

As novas questões acerca do tratamento da osteoporose

O termo osteoporose já é bem conhecido. Sabemos dos riscos que cercam a redução do cálcio nos ossos e da fragilidade que ela acarreta.  Inicialmente assintomática, a osteoporose pode levar a fraturas. Daí a dor, a incapacitação, a imobilização, a propensão à infecções de difícil cura e a  alta taxa de mortalidade. Para evitar essa conhecida e trágica evolução, nós temos lançado mão dos suplementos de cálcio, uma vez conhecida a inadequação das dietas com relação a ele, e remédios para reduzir as perdas adicionais do mineral nos ossos.

As novas questões lançam indagações a cerca dos medicamentos chamados em conjunto de bisfosfonatos. No Brasil, nós temos o alendronato,  risendronato,  ibandronato e ácido zoledrônico comercializados sob vários nomes comerciais e genéricos. As principais dúvidas recaem sobre a eficácia e a segurança desses medicamentos, quando usados a longo prazo, uma vez que a maioria dos estudos não nos dão essas respostas.

As questões mais preocupantes são a possibilidade dessas drogas gerarem dificuldade de cicatrização óssea, descrita em vigência de implante dentário e predisporem as fraturas. Isso pode soar estranho, pois esses medicamentos são utilizados justamente para reduzir o risco de fraturas induzidas pela osteoporose. O fato é que no último dia 9 de setembro, o comitê consultivo do FDA finalizou um relatório alertando para essas questões e concluindo pela necessidade de se rever os rótulos desses medicamentos, principalmente no que se refere ao tempo de uso dos mesmos.

A conclusão que podemos chegar até o momento é que ainda não há como comprovar a casualidade desses possíveis efeitos colaterais graves com o uso dos bisfosfonatos, mas que também não temos comprovação da sua segurança a longo prazo. Aparentemente, a eficácia dessas drogas cai com o tempo de uso e elas não deveriam ser utilizadas por mais que 5 anos.

É importante lembrarmos que a prevenção da osteoporose, bem como o seu tratamento, podem ser realizados utilizando-se dieta rica em cálcio, adequação de vitamina D, atividade física de impacto e força, interrupção do fumo e até pela manutenção de um peso ideal evitando-se a magreza excessiva. Atitudes sabidamente seguras e ao alcance da maioria das pessoas. 

Por Citen às 08h44

21/09/2011

Mais um milagre para emagrecer

O assunto mais comentado das últimas duas semanas foi o medicamento Liraglutida, o Victoza do laboratório farmacêutico Novo Nordisk. A reportagem bombástica, de capa, da revista Veja, “Parece um Milagre”, animou nossos pacientes mais desiludidos. Nossa caixa de mensagem ficou abarrotada, nossos antigos pacientes voltaram a ligar e marcar consulta, os estoques da medicação em todas as farmácias paulistas esgotaram. Venderam em 3 dias a quantidade programada para o mês de setembro. O mais difícil tem sido explicar, a todos eles, que não existem milagres emagrecedores.

Infelizmente, matérias como essa podem denegrir a imagem de um bom medicamento. As pessoas vão cair em si e constatarem que o milagre não aconteceu e vão chegar à conclusão de que o remédio não é bom. Na verdade, esse medicamento representa o que há de mais moderno em pesquisa de tratamento do diabetes, mas não é um bom emagrecedor. Quando comparado com os demais medicamentos que dispomos para o tratamento do diabetes, a liraglutida tem a grande vantagem de não causar ganho de peso, como ocorre com as outras drogas antidiabéticas e pode, mesmo, causar pequena perda de peso.

Para os não diabéticos, não temos nenhum estudo conclusivo com o uso da liraglutida. Os estudos que dispomos em populações livres da doença são todos pré-diabéticos, ou seja, possuem as alterações metabólicas que prenunciam a doença, e apesar de não serem diabéticos, são assim chamados porque não mais preenchem os critérios de normalidade. Estão, na verdade, a meio caminho, entre a normalidade e a doença.

Por mais que sonhamos com um medicamento que cause perda de peso sem mudanças no estilo de vida e sem empenho do paciente, nada indica que tenhamos essa maravilha tão cedo. Depoimentos de sedentários convictos contando vantagens de perdas de alguns quilos em alguns dias não significam nada frente à longa jornada que terão pela frente. Ao lerem tais declarações, nossos pacientes passam a imaginar como seria fácil para eles alcançarem o mesmo objetivo.

A lição a ser tirada de mais essa história de desinformação e enganos, é que medicamentos não podem ser discutidos de maneira tão superficial e generalizada. Além de não serem indicados para todos os pacientes, esses medicamentos são muito novos para termos uma idéia real do seu efeito potencial. Em nossa experiência, alguns pacientes chegaram a ganhar peso após o uso do Victoza durante os dois primeiros meses, com acompanhamento médico e de nutricionista. Nem por isso, podemos concluir que o medicamento cause ganho de peso.

Sabemos que o efeito placebo pode sim, operar milagres. Esse efeito ocorre em 30% das pessoas que usam um medicamento sem efeito, imaginando que ele seria poderoso. Quando o placebo é muito caro e injetável, ele tem o seu poder de mobilização ampliado. Isso pode também ocorrer com o Victoza em relação à perda de peso. Com relação ao diabetes, não há dúvidas do seu real benefício para o controle da doença. 

Por Citen às 08h16

19/09/2011

A reposição hormonal masculina

No homem a redução dos hormônios sexuais ocorre de maneira muito mais sutil que na mulher. Não há uma queda tão definida dos hormônios nem um fenômeno tão marcante quanto  a última menstruação. O que sabemos é que neles, a testosterona, o principal hormônio masculino, começa a cair por volta dos 40 anos de idade e daí por diante a perda pode alcançar 1 a 2% da produção hormonal masculina anualmente.

Os sintomas também não são nada característicos como na mulher. Nelas, as ondas de calor não deixam dúvidas de que o climatério chegou. Neles, o declínio dos hormônios sexuais masculinos, a chamada andropausa, ainda não é aceita por muitos estudiosos no assunto. Isso porque seus sintomas lembram muito mais o processo de envelhecer e não ocorrem como um fenômeno fisiológico em todos os homens.

A disfunção erétil e a redução da libido talvez sejam os sintomas mais característicos da andropausa e que mais afligem o homem com declínio hormonal. Mesmo assim, a sexualidade pode sofrer influências de muitas outras causas orgânicas e psíquicas e que nada tem a ver com o declínio do hormônio masculino. Por isso, o diagnóstico deve sempre ter a comprovação das dosagens desse hormônio, além dos sintomas.

Além das alterações da esfera sexual, os demais sintomas que acompanham a redução da testosterona são ainda menos específicos de disfunção hormonal e mais parecidos com o envelhecimento. Redução da massa muscular e óssea, fadiga crônica e desânimo são queixas de muitos homens após os 50 anos e a maioria deles não tem a queda de testosterona que nos permite fazer o diagnóstico de andropausa. Talvez o stress da vida moderna, as demandas profissionais e familiares e a própria expectativa masculina possam estar atuando com mais força do que o declínio hormonal.

Uma vez estabelecido o diagnóstico, a reposição do hormônio masculino pode ser realizada desde que não haja contra-­indicações. As mais importantes são as doenças da próstata ou até as alterações inespecíficas do PSA.  A reposição pode ser feita através de várias preparações do hormônio masculino, que podem ser administradas por via oral, injetável ou por soluções aplicadas à pele sob a forma de gel ou adesivo. Seus benefícios são comprovados em melhorar a libido, a ereção, a massa muscular e óssea.

Há, entretanto, riscos que devem ser monitorados, principalmente devido ao potencial da testosterona em agravar a tendência do aumento da próstata que ocorre com a idade e em estimular uma doença prostática não diagnosticada, entre elas, o próprio câncer de próstata. É bem certo que o hormônio masculino não causa o câncer de próstata, mas também é definitivo o conhecimento de que ele pode ser o gatilho para o crescimento de um tumor maligno até então quiescente. Outras complicações do uso crônico do hormônio masculino são a retenção de líquidos e aumento de glóbulos vermelhos que podem trazer risco de sobrecarga cardiovascular, desenvolvimento de mamas e até apneia do sono.

Como a reposição hormonal feminina, aqui também cada caso deve ser minuciosamente investigado e  o tratamento instituído individualmente e monitorado com rigor. 

 

Por Citen às 08h19

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Sobre o blog

Comer corretamente pode parecer uma tarefa impossível nos dias de hoje. O tempo é curto, a ansiedade generalizada e as informações são, muitas vezes, simplistas e tendenciosas, idealizando alguns alimentos e difamando outros. Esquecemos da premissa que, em Nutrição, não existem alimentos ruins, e sim dietas inadequadas. A idéia deste blog é esta - mostrar que a dieta ideal é possível e prazerosa. Juntos, podemos controlar calorias e balancear os nutrientes, respeitando as nossas emoções.

Sobre as autoras

Dra. Ellen Simone Paiva -

Endocrinologista e nutróloga, diretora do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional). Mestre na área de Nutrição e Diabetes pela USP e especialista em Transtornos Alimentares pela Unifesp. Colunista dos sites Minha Vida, Guia do Bebê e do Blog de Especialistas da Dican.


Dra. Amanda Epifânio Pereira -

Nutricionista, especialista em Nutrição de Doenças Crônicas pelo Hospital Israelita Albert Eistein e em Transtornos Alimentares pela Unifesp.

Histórico