Blog Comer Sem Culpa

31/03/2012

Por que ainda pesquisamos os efeitos benéficos das vitaminas?


Durou cerca de 15 a 20 anos a euforia do uso dos coquetéis de vitaminas com o objetivo de prevenir doenças. A crença inicial era de que a suplementação vitamínica era eficaz desde a prevenção da gripe até o câncer, além de retardar o envelhecimento. A partir dos anos 2000, uma grande quantidade de estudos científicos, provenientes de vários centros de pesquisa em todo o mundo dava conta de que as coisas não eram bem assim.

Acaba de ser publicado na revista Circulation o mais recente estudo com a vitamina E. Mais uma decepção. Os resultados desse estudo confirmaram a incapacidade de prevenir a falência cardíaca com o uso da referida vitamina. Esse estudo foi importante em vários aspectos. Foram acompanhadas 40.000 mulheres de mais de 45 anos, um número expressivo; o tempo de avaliação de 10 anos foi significativo e o estudo avaliou pessoas em uso da vitamina comparadas com outras usando placebo. Esse método de análise é considerado muito mais valioso do que simplesmente observar pessoas ao longo da vida, pois aqui os autores da pesquisa usaram medicação e observaram os resultados.

Na verdade, a decepção já havia sido anunciada em muitos estudos anteriores, a maioria deles já descritos aqui. O que nos leva a trazer à tona uma discussão tão repetitiva é a constatação de que a ciência ainda não crê na inviabilidade do uso da vitamina E. É muito difícil para os pesquisadores encerrar essa discussão uma vez que em laboratório essa vitamina revela-se como um poderoso antioxidante. Eles continuam em busca desse efeito laboratorial em seres humanos. Infelizmente ainda não conseguiram.

Os efeitos dessa teimosia científica podem ser analisados de dois aspectos. O primeiro deles é positivo, pois de tanto insistirem eles podem até encontrar uma possibilidade de efeito benéfico da suplementação. Por outro lado, o que nos dá mais trabalho é convencermos as pessoas de que a era da suplementação vitamínica  já passou e que infelizmente essa atitude além de não ser benéfica, pode trazer sérios problemas à saúde

Por Citen às 22h29

29/03/2012

Medicamentos naturais ou medicina convencional?

 

Você é adepto da medicina alternativa? Sente mais segurança com medicamentos naturais e acha que eles, por serem naturais, são isentos de efeitos colaterais? Acredita em seus reais benefícios? Pois bem, vamos analisar a questão, sabendo que ela é complexa e polêmica.

Em primeiro lugar, vamos ouvir os dois lados. A maioria dos cientistas critica a medicina alternativa por estabelecer tratamentos sem comprovação científica. Dizem que tais substâncias não são estudadas e nem fazem parte da grade curricular dos alunos das faculdades de medicina. Por outro lado, os defensores das práticas alternativas se baseiam em suas experiências profissionais como prova da efetividade de seus métodos terapêuticos. Acusam a indústria de medicamentos de ser deletéria, criar doenças para seus medicamentos e só pensar em seus lucros astronômicos.

Quando analisamos os dois lados, nós descobrimos que há uma interface comum entre os tratamentos propostos pela medicina alternativa e a convencional. Alguns medicamentos naturais passam pelo crivo dos estudos científicos e se mostram comprovadamente seguros e eficazes. A partir daí, passam a fazer parte da prescrição médica convencional.  Um exemplo disso é a ginkgo biloba, um fitoterápico que demonstrou ser cientificamente eficaz no tratamento das labirintites, passando a fazer parte do arsenal terapêutico dos otorrinolaringologistas e neurologistas para combater essas doenças.

Do ponto de vista dos pacientes, muitos deles se negam a tomar remédios e não hesitam em aderir ao uso das ervas medicinais ou suplementos naturais. Partem do princípio de que medicamentos naturais são inócuos. “Se não fizerem bem, mal não fazem”.  Essa compreensão é errada simplesmente pelo fato de que qualquer componente químico tem a capacidade de interferir em nosso sistema biológico, seja ele natural ou não. Exemplos não faltam para demonstrar isso. O sene, por exemplo, pode ser encontrado em folhas para chás e em medicamentos industrializados, é o um dos mais potentes e agressivos laxantes que conhecemos. A digitales, uma substância derivada de uma planta, é o princípio ativo de uma das mais importantes drogas usadas pela cardiologia no tratamento da insuficiência cardíaca, a digoxina. Um detalhe importante é a estreita margem de segurança desse medicamento, pois pequenas variações na dosagem podem causar quadros graves de intoxicação, com agravamento da doença cardíaca.

Uma das grandes falhas dos medicamentos naturais e das práticas alternativas à medicina é justamente a falta de estudos que comprovem sua eficácia. Podem até não fazer mal, podem até ter efeitos importantes para a saúde das pessoas, mas precisam comprovar isso através de estudos científicos controlados. Caso contrário, serão sempre confundidos com placebos, ou seja, aqueles compostos desprovidos de medicamento real e que já foram demonstrado gerar resposta positiva em 30% dos casos, por puro sugestionamento das pessoas,  certamente aquelas que melhorariam sem nenhum tipo de tratamento.

 Outro erro freqüente em relação aos medicamentos naturais é que esses produtos passam a ser oferecidos e postulados para o tratamento de várias outras doenças, ampliando ainda mais as ressalvas aos seus reais efeitos. Perdem muito se sua credibilidade a partir de indicações absurdas. A própria ginkgo biloba passou a ser usada para distúrbios da memória sem nenhuma comprovação e o sene e outros laxantes são erroneamente usados como emagrecedores. Podem até levar à perda de peso por desidratação, mas não reduzem a gordura corporal. Infelizmente, em relação à obesidade, não existe nenhum medicamento natural com ação comprovada. Apesar disso, as farmácias de medicamentos industrializados e manipulados estão repletas de emagrecedores naturais.

A nosso ver, tratamentos tradicionais não são essencialmente superiores aos alternativos, eles apenas oferecem maior embasamento científico. Isso não significa que eles sejam inteiramente eficazes ou seguros, só que eles estão mais propensos a ser. Um medicamento convencional,  para ser aprovado pelas agências reguladoras, passa por um logo período de cerca de 10 anos de  pesquisas, investimentos e muita comprovação. Mesmo assim, muitos deles, após vários anos de estudos, não são aprovados e outros, mesmo após a aprovação, podem ser retirados do mercado a qualquer momento. Os medicamentos naturais deveriam ser submetidos ao mesmo rigor, talvez assim eles tivessem mais credibilidade dentro do meio acadêmico.

 

Por Citen às 08h31

26/03/2012

Quando a glândula tireóide se acelera na gestação

As doenças que levam à redução dos hormônios tireoideanos na mulher são muito mais freqüentes do que aquelas que causam a produção excessiva desses hormônios. A gestação não foge à regra. Temos muito mais gestantes com hipotireoidismo e recebendo reposição com hormônios tireoideanos do que com hipertireoidismo necessitando reduzir a produção excessiva desses hormônios. Em ambos os casos, a condição materna de desbalanço hormonal pode afetar o bebê e deve ser corrigida com muito cuidado.

Os níveis hormonais de uma maneira geral sofrem alterações fisiológicas na gestação. A glândula tireóide da gestante geralmente aumenta de volume para atender a demanda fetal, pois nos primeiros três meses, o bebê vai depender do hormônio materno, principalmente  para o desenvolvimento neurológico. Quando o excesso hormonal decorre de uma doença da glândula, o diagnóstico pode não ser tão claro, pois sintomas de calor, sudorese, cansaço, ansiedade e taquicardia são freqüentes na gestação e sem nenhuma relação com doenças. Por outro lado, a perda de peso na gestação ou até um ganho de peso aquém do esperado, associado a aumento do volume da tireóide pode denunciar a doença.

As dificuldades no diagnóstico não param por aí. A confirmação laboratorial do hipertireoidismo na gestação muitas vezes é difícil devido às alterações que normalmente ocorrem com os hormônios tireoideanos nessa fase interessante da vida da mulher. No primeiro trimestre, 15% das gestantes têm exames sugestivos de hipertireoidismo, apesar de serem perfeitamente normais. Precisamos saber definir essas variações do normal dos quadros de doença tireoideana verdadeira.

A principal doença tireoideana que causa hipertireoidismo é a Doença de Graves, uma condição auto-imune causada pela produção anormal de anticorpos estimuladores da tireóide.  O curso natural da doença é mais intenso no primeiro trimestre da gestação, com melhora relativa na segunda metade da mesma, voltando a se agravar após o parto. Quando a doença é diagnosticada na gestação e é leve, pode até prescindir de medicamentos. Nos casos graves, temos que recorrer a eles. O objetivo sempre será controlar o excesso de hormônios da mãe, lentamente, evitando causar a deficiência do hormônio no bebê.

Há dois medicamentos disponíveis para o tratamento do hipertireoidismo. Na gestação, a preferência recai sobre o propiltiuracil. Essa droga atravessa a placenta em menor proporção e tem menores efeitos sobre o bebê. O outro medicamento disponível, o Tapazol,  tem sido relacionado a mal formações fetais, principalmente a chamada aplasia cútis, a ausência de uma parte da pele ao nascimento. Mesmo assim, ambas as drogas podem causar hipotireoidismo e bócio fetal e devem ser utilizadas na menor dose possível, suficientes para controlar o hipertireoidismo da gestante e manter os hormônios tireoideanos no limite superior do normal ou até levemente elevados. 

Após o parto, muitas vezes a doença de agrava e a produção dos hormônios atinge níveis mais elevados do que na gestação, obrigando-nos a aumentar a dose do medicamento. A decisão sobre a amamentação vai depender da gravidade do quadro de hipertireoidismo e da dose de medicamentos usados pela mãe. Muitas vezes a amamentação é possível, embora essa decisão ainda divida os profissionais e não seja consenso. Para nós, mesmo as mulheres que necessitam continuar usando  os medicamentos anti tireoideanos podem amamentar, desde que as doses dos mesmos sejam mantidas dentro da margem de segurança já conhecida e seus bebês sejam observados pelo pediatra e façam avaliações hormonais regulares.  

Por Citen às 10h46

22/03/2012

Mais um NÃO à magreza excessiva

O parlamento israelense acaba de aprovar uma lei que proíbe modelos com baixo peso de aparecerem em propagandas e passarelas. Isso se baseia no fato de que esses modelos de beleza incentivam a ocorrência de transtornos alimentares e estimulam  metas irrealistas de peso ideal, distorcendo a  imagem corporal de pessoas normais, principalmente meninas, que dificilmente alcançariam aqueles ideais de peso corporal sem reduzirem drasticamente a alimentação a níveis de risco.

A lei atual define que nenhum manequim¸ masculino ou feminino,  pode ter um IMC menor que 18,5kg/m2 e que a beleza não pode ser confundida com perfis anoréxicos de comportamento alimentar. Os legisladores alegam que esse padrão de beleza usada nas passarelas, revistas de moda e publicidades em geral encorajem a progressão dos casos de transtornos alimentares ao exigirem que seus modelos se mantenham abaixo do peso considerado saudável.

As restrições à magreza excessiva de manequins em passarelas e publicidade em geral já foram aprovadas e já estão em vigor na Índia e na Itália. Com a adesão de Israel, nós podemos comemorar mais uma vitória contra as leis terroristas que aprisionam esses profissionais¸ gente jovem e facilmente influenciada por modelos de peso ideal incompatíveis com saúde física e mental e que acabam por transmitir insatisfação com a imagem corporal a centenas e milhares de outros jovens, incapazes de se adequarem ao modelo doente e perverso da magreza excessiva. 

Por Citen às 21h37

21/03/2012

A disfunção erétil pode salvar sua vida

Foi exatamente com esse título que o Dr John Ludlow, urologista americano chamou a atenção de médicos de todas as especialidades para a observação da disfunção erétil como um sinal tão importante de doenças como a dor no peito ou a falta de ar. De acordo com o colega, 50 milhões de americanos sofrem com a dificuldade de ereção e todos os homens acima de 40 anos devem ser avaliados sobre a possibilidade do problema.

Isso se deve ao fato de que numerosos artigos de revisão têm superlotado revistas médicas não só de urologia, mas também de clínica médica em todo o mundo, com a descrição de que a presença de disfunção erétil pode estar relacionada a doenças coronarianas graves e risco de infarto. Devido a essa constatação, o problema deve ser debatido nas consultas médicas de todas as especialidades, com a possibilidade de que a investigação possa prevenir eventos fatais.

Mas o que teria a ver a disfunção erétil com o risco de morte, além da grande dificuldade de médicos e pacientes discutirem o assunto? Na verdade, o sintoma pode ocorrer, muitas vezes,  por problemas psicológicos que nada têm a ver com risco cardiológico. Por outro lado, alguns casos podem revelar doenças vasculares como a aterosclerose ou a hipertensão arterial que causam comprometimento das artérias de todo o corpo, incluindo as do pênis e também do coração. O que pesquisadores têm descoberto e escrito em cerca de centenas de artigos médicos é que um homem que tem disfunção erétil por obstruções de artérias do pênis tem um risco aumentado de que isso esteja ocorrendo também nas artérias do coração, o que lhe confere um maior risco de um ataque cardíaco que poderia ser fatal. Como a ereção é um fenômeno que depende do fluxo sanguíneo peniano, qualquer comprometimento de suas artérias pode acarretar disfunção erétil, assim como qualquer impedimento do fluxo sanguíneo ao coração  pode acarretar o infarto.

O problema não para por aí. Sabemos que a ereção pode ficar definitivamente comprometida nos pré- diabéticos e  diabéticos de longa evolução, como consequência das múltiplas sequelas neurológicas e vasculares que esses pacientes podem ter. Por outro lado, são muito mais frequentes os casos de disfunção erétil transitória nesses pacientes, causada pela descompensação da doença e que podem perfeitamente serem revertidos com o tratamento correto. Muitos deles nem sabem ter a doença e podem também ser levados ao médico pelo problema sexual, que jamais é negligenciado como ocorre com outras queixas.

Finalmente, a ereção pode ser prejudicada pela maioria das doenças crônicas, muito mais frequentemente do que pelo seu tratamento, como pensam muitos homens que preferem correr os riscos da hipertensão arterial do que usar corretamente a medicação pelo temor da dificuldade de ereção. Como qualquer outro sintoma de falta de ar, dor no peito ou dor de cabeça, a disfunção erétil deve levar à uma investigação clínica importante que pode prevenir doenças e salvar vidas. 

Por Citen às 09h35

20/03/2012

O difícil retorno após o ganho de peso

Nós sempre nos perguntávamos por que nossos pacientes obesos migravam tanto entre os  vários serviços de endocrinologia e nutrição? Pensávamos que talvez não estivéssemos  atendendo suas expectativas ou até falhando na forma que conduzíamos o tratamento. Após muitos anos de experiência no atendimento da obesidade, nós entendemos um pouco da complexidade da doença e deciframos a linguagem velada do não retorno de alguns pacientes.

Eles preferem começar tudo de novo após uma falha, um deslize ou até um abandono temporário do tratamento. Têm grande dificuldade de lidar com a expectativa de seus médicos e nutricionistas, têm vergonha de assumir que não conseguiram. Eles somente não entendem que quando isso ocorre, a falha é bilateral. Ela também é dos profissionais que os estão assistindo. Esses pacientes não conseguem seguir um cardápio e encaram de maneira unilateral como sendo uma fraqueza pessoal. Na verdade falhamos todos.

Quando não retornam, esses pacientes não têm ideia do que podem perder. Deixam para trás o conhecimento que seu médico adquiriu no seu atendimento. Situações e peculiaridades que os distinguem de todos os outros e que só temos com um longo período de convivência. Medicamentos e dietas podem variar, mas esse ajuste somente pode ser realizado a partir de várias consultas e longas conversas. As parcerias médico-paciente se fortalecem com o tempo e as cobranças tendem a ser mais amenas quando os dois lados se abrem em uma conversa franca e se expõem suas dificuldades.

Sabemos da complexidade que envolve o tratamento da obesidade. Da limitação dos medicamentos tão escassos e pouco eficientes. Da dificuldade de tratar uma doença pedindo ao paciente que tenha força de vontade. Como não poderíamos entender quando eles voltam após o ganho do peso perdido? Não só devemos entender como nos sentir recompensados por mais uma chance para todos nós. 

Por Citen às 08h17

16/03/2012

Mais uma vitória contra o tabaco

Há poucos dias a Anvisa proibiu a comercialização de cigarros aromatizados, aqueles que utilizam aditivos como o mentol e o cravo com a alegação de que esses produtos tornam o cigarro mais atrativo e palatável, principalmente para crianças e adolescentes. Paulatinamente, o cerco ao tabaco vem se fechando em todo o mundo. Inicialmente, a publicidade glamurosa e arrojada, que associava o fumo a esportes radicais,  masculinidade,  luxo e sedução foi substituída por terríveis e muitas vezes apelativas imagens dos efeitos do tabaco sobre a saúde das pessoas. Depois, vieram as proibições a cerca dos locais permitidos aos fumantes, incluindo os bares e restaurantes, shoppings e empresas. Agora a retirada do mercado desses componentes considerados atrativos.

Apesar das duras críticas contra essas medidas, alegando que elas cerceiam um direito, o que vemos são resultados expressivos na luta mundial contra o tabaco, reconhecido como a principal causa de morte evitável no mundo. Infelizmente, o tabagismo ainda se constitui em um terrível vício, capaz de fazer sucumbir milhares de pessoas inteligentes e esclarecidas sobre o assunto.

O médico Drauzio Varella deixou registrado em seu livro sobre o presídio do Carandiru a grande dificuldade dos presos em parar de fumar. Eles conseguiam até interromper o uso da maconha e da cocaína, mas, geralmente não conseguiam parar de fumar. E ainda são freqüentes os casos de câncer, doenças pulmonares e cardíacas  graves e debilitantes, onde nossos pacientes morrem fumando. Não conseguem se livrar do vício.

Por tudo isso, nós comemoramos cada nova vitória na luta contra o tabaco, melhor dizer, na luta a favor da vida. Parar de fumar é sempre uma vitória individual, uma atitude inteligente e madura, mas muitas vezes requer tratamento e ajuda especializada. Atualmente, podemos contar com medicamentos eficientes e seguros desde que aliados a uma conscientização do paciente. Mesmo assim, ainda não é nada fácil a luta de médicos, pacientes e seus familiares contra o tabagismo. Por isso mesmo, medidas preventivas, como a mais recente intervenção da Anvisa é sempre bem vinda. Prevenir é mais fácil do que tratar. 

Por Citen às 08h39

Ir para UOL Ciência e Saúde

Sobre o blog

Comer corretamente pode parecer uma tarefa impossível nos dias de hoje. O tempo é curto, a ansiedade generalizada e as informações são, muitas vezes, simplistas e tendenciosas, idealizando alguns alimentos e difamando outros. Esquecemos da premissa que, em Nutrição, não existem alimentos ruins, e sim dietas inadequadas. A idéia deste blog é esta - mostrar que a dieta ideal é possível e prazerosa. Juntos, podemos controlar calorias e balancear os nutrientes, respeitando as nossas emoções.

Sobre as autoras

Dra. Ellen Simone Paiva -

Endocrinologista e nutróloga, diretora do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional). Mestre na área de Nutrição e Diabetes pela USP e especialista em Transtornos Alimentares pela Unifesp. Colunista dos sites Minha Vida, Guia do Bebê e do Blog de Especialistas da Dican.


Dra. Amanda Epifânio Pereira -

Nutricionista, especialista em Nutrição de Doenças Crônicas pelo Hospital Israelita Albert Eistein e em Transtornos Alimentares pela Unifesp.

Histórico